A Renault continua a preparar a próxima geração de modelos eletrificados, e o futuro Megane poderá ser o primeiro reflexo dessa nova fase.
Depois dos rumores sobre a chegada de uma versão com extensor de autonomia, Fabrice Cambolive, diretor-executivo da marca, confirmou agora que a Renault está a desenvolver uma nova plataforma multienergias, capaz de acolher tanto motorizações 100% elétricas como soluções com extensor de autonomia (EREV).
window.googletag = window.googletag || {cmd: []};
googletag.cmd.push(function() {
googletag.defineSlot(‘/23285541034/RA_INCONTENT_1’, [1, 1], ‘mrec_t610d’).addService(googletag.pubads());
googletag.pubads().enableSingleRequest();
googletag.pubads().collapseEmptyDivs();
googletag.pubads().setCentering(true);
googletag.enableServices();
googletag.display(‘mrec_t610d’);
});
Esta nova arquitetura representa uma mudança estratégica para a Renault, que até agora utilizava plataformas distintas para os seus modelos a combustão e elétricos. A CMF-C/D, destinada a modelos com motor térmico — como o Austral, por exemplo —, e a AmpR Medium que serve de base ao totalmente elétrico Renault Scenic.
window.googletag = window.googletag || {cmd: []};
googletag.cmd.push(function() {
googletag.defineSlot(‘/23285541034/RA_INCONTENT_2’, [1, 1], ‘mrec_mobile_ASd9p’).addService(googletag.pubads());
googletag.pubads().enableSingleRequest();
googletag.pubads().collapseEmptyDivs();
googletag.pubads().setCentering(true);
googletag.enableServices();
googletag.display(‘mrec_mobile_ASd9p’);
});

De acordo com Cambolive, a nova plataforma — cujo nome ainda não foi revelado — substituirá as atuais, permitindo que um mesmo modelo possa ser produzido com versões totalmente elétricas ou híbridas externamente carregáveis.
Redução de custos
Outra preocupação comum diz respeito aos custos. E também neste campo a nova plataforma — que deverá estrear-se a partir de 2028 — apresenta vantagens. Segundo os dados já divulgados pela marca, esta arquitetura promete reduzir os custos de produção em cerca de 40% face às gerações atuais.
Com esta nova abordagem, modelos como o Megane e o Scenic poderão partilhar a mesma base técnica, oferecendo versões 100% elétricas ou com extensor de autonomia, consoante a procura e a evolução dos mercados.
Trata-se de uma estratégia que dá à Renault uma maior margem de manobra para responder a possíveis alterações na regulamentação europeia, especialmente se as metas para 2035, que prevêem o fim da venda de automóveis com motor de combustão, vierem a ser adiadas ou revistas.

EREV é a solução
A marca quer reforçar também a sua atratividade com uma maior variedade de motorizações, para conquistar os consumidores que ainda se mostram céticos face às propostas 100% elétricas. A solução deverá passar pela adição de elétricos com extensores de autonomia.
“Apostamos numa plataforma dedicada a veículos elétricos, mas se a adoção não for tão rápida como o esperado, podemos complementar os elétricos com extensores de autonomia. É nisso que estamos a trabalhar.”
Fabrice Cambolive, diretor-executivo da Renault
Apesar de esta tecnologia ser semelhante à dos híbridos plug-in, os EREV são, na prática, carros elétricos que têm um pequeno motor de combustão que geram energia para as baterias. Ou seja, apenas o motor elétrico está ligado às rodas.

As informações sobre o motor de combustão que poderá integrar este sistema ainda são escassas. Ainda assim, importa recordar o extensor de autonomia que a Horse — joint-venture entre a Renault e a Geely —, revelou há um par de meses: o Horse C15.
Este sistema integra um motor 1.5 l de quatro cilindros, um gerador e um inversor e é compatível com as futuras normas de emissões Euro 7. Além disso, pode ser utilizado para hibridizar veículos elétricos já existentes, integrando-se com os seus motores.
O post Passo atrás. Eletrificação na Renault não esquece a combustão apareceu primeiro em Razão Automóvel.
Source: Original article











