Uma mulher procurou um hospital em Maringá alegando que o filho estava morto, mobilizando equipes da Guarda Municipal; as autoridades, porém, descobriram que a morte foi inventada para que ela pudesse denunciar ameaças e agressões do ex-companheiro. Após a falsa comunicação, a mulher indicou onde o suspeito estaria, e a Guarda localizou e encaminhou o homem à delegacia. O caso ocorreu no Norte do Paraná e motivou investigação sobre as agressões e o descumprimento de uma medida protetiva.
De acordo com o agente José, da Guarda Municipal, a equipe foi inicialmente acionada para atender a uma possível ocorrência envolvendo uma criança no hospital. Ao chegar ao local, os guardas constataram que a informação sobre a morte do menino não correspondia à realidade.
Os policiais entenderam que a narrativa da morte era uma forma de a mulher buscar ajuda e relatar as ameaças e agressões que sofria do ex-companheiro. Ela informou aos guardas o endereço onde o suspeito estaria, e as equipes seguiram até a residência indicada.
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Segundo a Guarda Municipal, ao perceber a chegada da polícia o homem tentou fugir; o agente relatou que ele subiu nos prédios e foi localizado pelos agentes. Havia uma medida protetiva ativa impedindo que o suspeito se aproximasse da vítima ou permanecesse no local.
Diante dos fatos, o homem foi encaminhado à delegacia para as providências legais cabíveis.
Pontos-chave
- Local: Maringá, Norte do Paraná.
- A mulher inventou a morte do filho para denunciar ameaças e agressões do ex-companheiro.
- Guarda Municipal foi acionada inicialmente no hospital; a ocorrência sobre a morte do menino foi considerada falsa.
- O suspeito tentou fugir, subiu em prédios e foi localizado pela equipe.
- Havia medida protetiva ativa contra o homem; ele foi encaminhado à delegacia.









