O homem suspeito de estuprar e matar a freira Nadia Gavanski, de 82 anos, em Ivaí, nos Campos Gerais do Paraná, havia saído da prisão cerca de dois meses antes do crime, em 30 de dezembro de 2025, após dois dias preso por furto desde 28 de dezembro. A religiosa foi assassinada com extrema violência física e sexual dentro do Convento das Irmãs Servas de Maria Imaculada em 21 de fevereiro de 2026.
Indiciamento por Quatro Crimes Graves
A Polícia Civil concluiu o inquérito em 27 de fevereiro de 2026, indicando o suspeito por homicídio qualificado (meio que dificultou defesa, vítima idosa com deficiência), estupro qualificado, resistência e violação de domicílio qualificada, com pena potencial superior a 50 anos em regime fechado. Ele permanece preso aguardando julgamento.
Provas e Circunstâncias do Ataque
Imagens de câmeras de segurança, vestígios de sangue nas roupas e depoimento do investigado – que alegou estar sob efeito de drogas e ouvir “vozes” ordenando matar alguém – confirmam a invasão por pulo de muro perto do meio-dia, enquanto a freira alimentava galinhas. Nadia tinha limitações motoras e de fala por AVC anterior.
Detenção Imediata Após Crime
Testemunha no convento gravou vídeo conversando com o suspeito logo após o homicídio; ele foi preso em casa ao agredir policiais militares, facilitando identificação rápida.









