Um guarda de cemitério de 28 anos chocou autoridades ao confessar, durante interrogatório policial, ter cometido necrofilia com 48 mulheres recém-enterradas ao longo de oito anos na cidade de Carachi, no Paquistão. O caso veio à tona após moradores flagrarem o homem correndo de forma suspeita dentro do cemitério.
A abordagem aconteceu quando residentes da região detiveram o suspeito e o entregaram a policiais que faziam patrulhamento no local. Inicialmente, o homem tentou justificar o comportamento com uma história inusitada.
Segundo ele próprio relatou, estava cavando uma cova quando o cadáver de uma mulher teria aberto os olhos e “rosnadoˮ para ele — o que o teria feito correr em desespero. A polícia, porém, não acreditou na versão apresentada.
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Após novos interrogatórios, a verdade veio à tona. O guarda confessou que praticava os crimes em conjunto com um colega de trabalho mais experiente, que morreu há nove anos.
De acordo com o relato do suspeito, os dois seguiam uma rotina criminosa:
- Selecionavam cadáveres de mulheres recém-enterradas
- Aguardavam o momento em que não havia ninguém por perto
- Cavavam a terra durante a madrugada para acessar os corpos
- Abusavam sexualmente dos cadáveres antes de reenterrá-los
O acusado admitiu ter violado ao menos 48 mulheres mortas ao longo de oito anos de atuação no cemitério.
Conforme a legislação mais recente do Paquistão, a profanação ou dano a um cadáver é classificada como crime grave. A pena prevista para os infratores pode chegar à prisão perpétua.









