Um comerciante de 43 anos foi assassinado dentro da própria distribuidora de bebidas em Curitiba, e a principal suspeita afirma ter agido em legítima defesa. O caso, que envolve uma possível dívida milionária por negociação de imóvel, está sob investigação da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa.
Renato Alves da Silva foi atingido por dois tiros na região do tórax na noite desta segunda-feira (27), na Rua Rubens Stresser, no bairro Ganchinho. Ele morreu no local, sem que houvesse testemunhas diretas do crime.
Pouco depois dos disparos, uma mulher deu entrada no Hospital do Trabalhador com um ferimento de raspão. Ela é a principal suspeita e declarou aos policiais ter atirado em legítima defesa, alegando que Renato teria disparado contra ela primeiro.
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A versão apresentada pela suspeita ainda está sendo apurada pelos investigadores. Após receber atendimento médico, ela foi encaminhada à DHPP para prestar depoimento.
Pontos-chave do caso:
- Vítima: Renato Alves da Silva, 43 anos, comerciante e proprietário da distribuidora
- Local: Rua Rubens Stresser, bairro Ganchinho, Curitiba
- Causa da morte: dois tiros na região do tórax
- Suspeita: mulher que alega ter agido em legítima defesa
- Possível motivação: dívida de R$ 60 mil relacionada à negociação de um imóvel
- Investigação: conduzida pela DHPP, com análise de imagens de câmeras de segurança
O delegado Victor Menezes ressaltou que as informações ainda são preliminares. “A motivação seria uma dívida de R$ 60 mil por conta da aquisição de um imóvel, mas essa linha ainda está sendo explorada. É muito cedo para adiantar qualquer conclusão”, declarou ao repórter Marcelo Borges, da Ric RECORD.
A hipótese investigada é a de que Renato e a suspeita tivessem um desentendimento envolvendo a venda de um apartamento negociado para mais de uma pessoa. Segundo essa linha, o comerciante estaria pressionando pela devolução dos R$ 60 mil.
A Polícia Civil, no entanto, reforça que nenhuma hipótese foi descartada. A identidade da suspeita não foi divulgada, e não há confirmação sobre a apreensão da arma utilizada no crime. O caso segue sob investigação da DHPP.









